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VISÃO GERAL DO MERCADO

1.1 Definição e escopo do estudo

O gelado é um alimento obtido congelando e batendo certos ingredientes. Não é fácil atribuir temporalmente a origem do gelado, o produto como o conhecemos hoje provavelmente nasceu em 600. Na verdade, uma das mais antigas menções de gelados remonta à mesa real de Carlos II da Inglaterra (1671). Embora seja difícil estimar o nascimento do gelado, a herança italiana do produto é reconhecida em todo o mundo. O termo gelado refere-se a um método particular de produção e mistura de certos ingredientes, por isso há uma variedade de tipos de gelados.

Uma primeira distinção refere-se à base utilizada para a produção do produto final:

  • Base branca (por exemplo, leite, creme, manteiga);
  • Base de água.

Uma segunda distinção refere-se ao resultado final da produção:

  • Gelado industrial (também conhecido como "embalado");
  • Gelado artesanal.

Gelados e sorbets podem ser comidos em casa após uma compra de supermercado, diretamente de umfreezer ou dentro de um restaurante. Em termos de volume, o consumo doméstico é dominado por especialidades individuais (cones, palitos, etc.) e em potes (especialmente potes frutados), sendo o restante especialidades coletivas sazonais (troncos de Natal, etc.). É o segmento de gelados que tem o maior impacto sobre as vendas de alimentos frios e bebidas durante o período de verão e o consumo varia consideravelmente ao longo do ano e de um ano para o outro, dependendo das condições climáticas.

O clima quente predominante nas terras brasileiras, combinado com os verões longos e secos e invernos cada vez mais amenos, se mostram um ambiente extremamente favorável para este mercado. Mesmo assim, a média de consumo de gelados no Brasil ainda é pequeno comparado com o de outros países. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias e do Setor de Sorvete (Abis) o país tem uma média de 5,4 litros por ano, per capta, enquanto a Nova Zelândia (maior consumidor) possui uma média de 28,3 litros por ano, por pessoa. De acordo com os dados da Abis, embora o consumo per capita ainda seja pequeno, a perspectiva é de crescimento de 3% a 5%  entre 2019 e 2020

O maior fator de empecilho, de acordo com a Abis, é o cultural, já que os brasileiros não consideram o consumo de sorvete em dias de chuva ou frio, com medo de ficarem gripada. Para vencer essa adversidade, o empreendedor precisa investir em qualidade, redução de custos e inovação. Nesse sentido, oferecer novos sabores é uma tendência, além de considerar os clientes com restrições alimentares (sem glúten, lactose ou de origem animal) e o uso de produtos cada vez mais naturais. Além disso, para os próximos anos, os sorvetes serão vistos como mais que uma sobremesa, sendo introduzido, itens do café da manhã e em alguns drinks, por exemplo.

ANÁLISE DA DEMANDA

ESTRUTURA DO MERCADO

ANÁLISE DA OFERTA

REGULAMENTO

POSICIONAMENTO DOS JOGADORES

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Método

Dados
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Método
Controle

Analistas

  • Principais Universidades
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Dados

  • Bases de dados
  • Imprensa
  • Relatórios da empresa

Controle

  • Actualização contínua
  • Vigilância permanente

Método

  • Estrutura sintética
  • Gráficos padronizados

Analistas

chargé d'études économiques, Xerfi

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Associate Consultant

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PhD Industrial transformations

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Etudiante en Double-Diplôme Ingénieur-Manager Centrale

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EDHEC

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